29 de outubro – Dia Nacional do AVC

29 de outubro – Dia Nacional do AVC

Na semana de 15 à 30 de outubro, a ABAVC realizou uma série de atividades pela cidade de Joinville. Dessas ações destacamos como significativa a entrega de folhetos informativos á população da cidade, as várias entrevistas em rádios, canais de televisão abertos e fechados e matérias em jornais impressos e, sem dúvida a enriquecedora palestra do Dr. Norberto Cabral intitulada “Porque o AVC é o maior problema de saúde pública do Brasil”?

Durante a entrega de informativos no terminal urbano central de ônibus, o que mais nos impressionou é que apesar das inúmeras campanhas realizadas para alertar a população sobre os fatores de risco para o AVC, iniciativas essas promovidas por vários setores da sociedade desde secretarias de saúde e órgãos privados que apresentam como ação social a promoção da saúde comunitária, o contingente de pessoas que não conseguem fazer a conexão entre hipertensão, diabetes, obesidade, fumo, entre outros e o AVC é bastante preocupante. Característica que nos leva a uma reflexão sobre se realmente a linguagem utilizadas nessas inúmeras campanhas é a mais compreensível ao cidadão dos níveis de instrução menos elevado.

As entrevistas surtiram um efeito encorajador na equipe da ABAVC porque todas tiveram uma boa audiência com repercussão, afinal muitas pessoas fizeram perguntas e enviaram comentários à Associação. O que faz com que nós da entidade sintamos que este realmente é um caminho eficiente para o alcance do nosso principal objetivo que é o de informar a população sobre a prevenção e o tratamento do AVC.

A palestra do Dr. Norberto Cabral, realizada no auditório do Centro Hospitalar da Unimed, informou aos participantes sobre o panorama do AVC no mundo, no Brasil e em Joinville, além de reforçar a necessidade de um trabalho conjunto entre as secretarias de saúdes e os pesquisadores no sentido de lançar recursos financeiros e humanos onde realmente se faz necessário, afinal promover campanhas nos bairros onde a incidência de AVC é menor não terá tanta resolutividade de que a mesma ação no bairro onde a prevalência de ocorrência do AVC é maior.

De maneira geral, consideramos que a campanha deste ano ultrapassou nossas expectativas e acreditamos que conseguimos disseminar a necessidade de se dar mais atenção aos sintomas do AVC, o que deverá fazer com que mais pessoas cheguem a tempo nos hospitais para conseguirem receber o tratamento efetivo na diminuição das seqüelas do AVC que é a terapia trombolítica. Assim, teremos cada vez menos incapacitados em decorrência do AVC, conseguindo abandonar o rankin do AVC como maior causa de incapacidade no país.

Participem da nossa próxima campanha para prevenção do AVC!!!

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